Oct
31
Or Mormons são Cristãos ou não?
October 31, 2007 | Leave a Comment
Há muitas pessoas que se perguntam se os Mormons são Cristãos. Durante a última Conferência Geral de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos doe Últimos Dias (um nome que parece ter muito a ver com Jesus Cristo) o Elder Holland do Quorum dos Doze Apostolos falou estensivamente sobre este assunto.
Aqui abaixo vou citar alguns trechos do discurso dele pois eles explicam muito bem o que está gerando confusão na mente de muitas pessoas:
… há algo que não gostarÃamos que lhes causasse incerteza nem assombro: o fato de que somos, sem nenhuma dúvida, cristãos.
Em geral, toda controvérsia a esse respeito decorre de duas questões doutrinárias: nossa visão da Trindade e nossa crença no princÃpio da revelação contÃnua que nos dá um dinâmico cânone de escrituras…
Nossa primeira e mais importante regra de fé na Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias é: “Cremos em Deus, o Pai Eterno, e em Seu Filho, Jesus Cristo, e no EspÃrito Santoâ€. Cremos que essas três pessoas divinas, que constituem uma única Trindade, são unidas em propósito, modo de agir, testemunho e missão. Cremos que estão imbuÃdos do mesmo sentimento divino de misericórdia e amor, justiça e graça, paciência, perdão, e redenção. Acho correto dizer que cremos que Eles são um em todos os aspectos eternos, significativos e imagináveis, exceto no de que são três pessoas unidas em uma só substância, conceito de Trindade nunca citado nas escrituras porque não é verdadeiro.
De fato, uma fonte de referência muito respeitada, o Harper’s Bible Dictionary, afirma que “a doutrina formal da Trindade, como definida pelos grandes concÃlios da igreja nos séculos IV e V, não se encontra no [Novo Testamento]â€.
Portanto, toda crÃtica de que A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias não acredita na visão contemporânea de Deus, Jesus e o EspÃrito Santo não se refere a nossa dedicação a Cristo, mas, sim, a um reconhecimento — correto, por sinal — de que nossa visão da Trindade difere da que surgiu na história cristã posterior ao Novo Testamento, e retorna à doutrina ensinada pelo próprio Jesus. Assim, um breve relato da história do perÃodo subseqüente ao Novo Testamento pode ser útil.
Mas porque o que muitas igrejas cristãs ensinam é diferente do que o p’roprio Salvador ensinou? O Elder Holand explica:
No ano 325 d.C., o imperador romano Constantino convocou o ConcÃlio de Nicéia para abordar, entre outras coisas, a questão cada vez mais discutida da suposta “trindade em unidade†de Deus. A conclusão desses inflamados debates entre clérigos, filósofos e dignitários eclesiásticos passou a ser chamada, após 125 anos e mais três concÃlios importantes, de Credo de Nicéia, tendo havido reformulações posteriores, como no Credo Atanasiano. As várias evoluções e versões desse credo e de outros, que viriam a surgir no transcorrer dos séculos, declaravam que o Pai, o Filho e o EspÃrito Santo eram seres abstratos, absolutos, transcendentes, onipresentes, consubstanciais, coeternos e incognoscÃveis, sem corpo, partes ou paixões, que habitavam fora do espaço e do tempo. Nesses credos, todos os três membros são pessoas distintas, mas constituem um único ser: o freqüentemente citado “mistério da Trindadeâ€. São três pessoas distintas, contudo, não são três Deuses, mas apenas um. As três pessoas são incompreensÃveis e formam um único Deus, que é incompreensÃvel.
O Elder Holland justamente comenta:
Concordamos com aqueles que nos criticam quanto a esse último ponto: tal conceito de Deus é realmente incompreensÃvel. Com uma definição tão confusa de Deus imposta à igreja, não admira que um monge do século IV tenha exclamado: “Ai de mim! Tiraram de mim o meu Deus (…) e não sei mais a quem adorar ou dirigir minhas súplicasâ€. Como podemos dedicar fé, amor e adoração — sem dizer o esforço para ser semelhantes — a um Ser que é incompreensÃvel e incognoscÃvel? Como seguir Seu exemplo? Como compreender a oração de Jesus a Seu Pai Celestial, de que “a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem [Tu] enviaste?â€
Queremos respeitar o que outros pensam, mas pedimos o mesmo dos muitos cristãos que nos criticam sem entender o que realmente acreditamos:
Não temos a intenção de menosprezar as crenças ou doutrinas alheias. Temos por sua doutrina o mesmo respeito que pedimos que tenham pela nossa… Mas se alguém disser que não somos cristãos porque não acreditamos em um conceito de Deus do século IV ou V, o que dizer, então, dos primeiros santos cristãos — muitos dos quais foram testemunhas oculares do Cristo vivo — que tampouco tinham essa crença?
Eu acho que o assunto está esclarecido por todos os que realmente estão interessados na verdade.
Oct
26
Mormonismo e Cristianità
October 26, 2007 | Leave a Comment
I membri della Chiesa di Gesù Cristo dei Santi degli Ultimi Giorni sono cristiani! Infatti, quale altra chiesa cristiana menziona così chiaramente il Salvatore nel suo nome?
Purtroppo, per ignoranza o per preconcetto alcuni dicono che i membri della Chiesa di Gesù Cristo (anche chiamati Mormoni) non sono cristiani.
Ma cosa vuol dire essere cristiani?
Il significato di cristianità è credere in GesGesù Cristo, che è il figlio di Dio e che ha espiato per I peccati di tutte le persone che sono esistite, esistono e che esisteranno. Attraverso la credenza e fede nel potere di Cristo, tutti possono avere un relazionamento con Dio, il Padre Celeste.
I mormoni credono in Gesù Cristo, che è l’Unigenito figlio di Dio nella carne e che soffrì e morì per I nostri peccati e il terzo giorno risuscitò. Lui stesso sarà il nostro avvocato con il Padre Celeste e grazie alla Sua espiazione potremo ricevere la salvezza nel regno dei cieli.
Nell’ultima Conferenza generale della Chiesa in Salt Lake City l’ Anziano Holland, membro del quorum dei Dodici Apostoli ha fatto un discorso molto chiaro e interesante a riguardo.
Cito alcune parti:
In genere tutte le controversie sulla questione s’incentrano su due punti dottrinali: la visione della Divinità e il credo nel principio della rivelazione continua che porta a un canone scritturale aperto. Nell’affrontare il tema non abbiamo bisogno di metterci sulla difensiva, né vogliamo essere fraintesi, pertanto, desiderando incrementare la comprensione e dichiarare inequivocabilmente la nostra cristianità , oggi desidero affrontare il primo dei due punti dottrinali menzionati.
Il primo e principale articolo di fede della Chiesa di Gesù Cristo dei Santi degli Ultimi Giorni recita: «Noi crediamo in Dio, il Padre Eterno, e in Suo Figlio Gesù Cristo e nello Spirito Santo». Crediamo che questi tre personaggi divini che costituiscono una singola Divinità siano uniti nello scopo, nel modo di agire, nella testimonianza, nella missione. Crediamo che siano riempiti del medesimo senso divino di misericordia e d’amore, di giustizia e di grazia, di pazienza, di perdono e redenzione. Ritengo sia corretto affermare che crediamo che Essi siano uno in ogni aspetto rilevante ed eterno immaginabile, salvo credere che siano tre personaggi combinati in una sostanza, nozione trinitaria mai stabilita nelle Scritture, perché non vera.
Niente poco di meno del valido dizionario biblico Harper’s Bible Dictionary riporta che «la dottrina formale della Trinità come definita dai grandi concili ecclesiastici del quarto e quinto secolo non si trova nel [Nuovo Testamento]».
Pertanto, qualsiasi critica che la Chiesa di Gesù Cristo dei Santi degli Ultimi Giorni non convalida la visione cristiana contemporanea di Dio, di Gesù Cristo e dello Spirito Santo è un commento non sul nostro impegno verso Cristo, quanto un riconoscimento (accurato, se posso dirlo) che la nostra visione della Divinità si scinde dalla storia successiva al Nuovo Testamento e ritorna alla dottrina insegnata da Gesù in persona. Potrebbe essere utile un cenno su quanto accadde dopo i tempi del Nuovo Testamento.
Nel 325 d.C. l’imperatore romano Costantino convocò il concilio di Nicea per trattare, tra le altre cose, la questione delicata della presunta «trinità in unità » di Dio. Ciò che emerse dalle argomentazioni contenziose di religiosi, filosofi e dignitari ecclesiastici divenne noto (dopo altri centoventicinque anni e altri tre concili maggiori) come il Credo di Nicea, con riformulazioni successive come il Credo di Atanasio. Queste varie evoluzioni e iterazioni del credo, con altre che ci sarebbero state nei secoli a venire, dichiararono che il Padre, il Figlio e lo Spirito Santo sono esseri astratti, assoluti, trascendenti, imminenti, consustanziali, coeterni e inconoscibili, senza un corpo, parti o passioni, che dimorano al di fuori dello spazio e del tempo. In questo credo tutti e tre i componenti sono personaggi separati, ma sono un singolo essere, spesso chiamato «mistero della trinità ». Sono tre personaggi distinti, ciò nonostante non tre dèi, ma uno. Tutti e tre i personaggi sono incomprensibili, tuttavia è un solo Dio che è incomprensibile.
Siamo d’accordo con i nostri critici almeno su un punto: che tale formulazione della divinità sia davvero incomprensibile. Con una definizione di Dio che genera tanta confusione imposta alla chiesa, c’è poco da stupirsi che un monaco del quarto secolo gridò: «Ahimé! Mi hanno portato via il mio Dio… e non so chi adorare o a chi rivolgermi». Come dobbiamo fidarci, amare e adorare, per non parlare di cercare di emulare, un essere che è incomprensibile e inconoscibile? Che cosa ne è della preghiera di Gesù rivolta al Suo Padre celeste: «Questa è la vita eterna: che conoscano te, il solo vero Dio, e colui che tu hai mandato, Gesù Cristo».
La chiarezza di questa spiegazione è evidente. Link all’Articolo Completo
Oct
26
Opposition versus Hostility
October 26, 2007 | Leave a Comment
I am reading a book about the Life of the Savior, The Life and Teaching of Jesus Christ edited by Richard Neitzel Holzapfel and Thomas A. Wayment and one of the chapters is titled “From opposition to hostility: changing reactions during Jesus‘ ministry” by Jennifer C. Lane.
I read: “Opposition and hostility are not identical reactions. We can oppose an idea, a movement, or even an individual without feeling hostility. While not harboring any ill feeling, we can speak or act against ideas, movements, or people that we see as wrong, misguided, or dangerous”(p. 125).
It continues, “…although Jesus opposed others’ beliefs and actions, He did not harbor ill will toward those who were erring”
I was thinking about the people who fight the Mormon Church today.
Many of them cannot fight ideas without attacking the people and without harboring ill feelings against the Church. Not all of them follow this practice but several of them do it on the Internet. Some of their arguments are found in Recovery to Mormonism (a positive website that responds to them).
I think that their time would be better used by promoting the good things they believe in instead of focusing on criticizing someone else so directly.
I am glad that in the Church of Jesus Christ missionaries and members are taught to avoid such confrontations and critiques. To destroy someone else beliefs is not what we look for a members of the Mormon Church. What we look for is to teach some principle to add to the good they already have.
Oct
23
Mormon Conference: Tender Moments.
October 23, 2007 | 2 Comments
There is an amazing series of pictures and comments by a great photographer describing the love among the leaders of the Church of Jesus Christ of Later-day Saints during the last general Conference at Meridian Magazine online:
this is the link to the full photo essay called: Tender Moments
This is the first picture and I have posted it here just to give a little taste of what you can find in the full version on Meridian Magazine. There is a lot more. I suppose that this can be considered fair use since I am only promoting their great photo essay.
Oct
19
Mother Teresa
October 19, 2007 | Leave a Comment
There is a new book, Mother Teresa: Come Be My Light, that consiste primarily of correspondence between Teresa and her confessors and superiors over a period of 66 years.
This book provides the “spiritual counterpoint to a life known mostly through its works. The letters, many of them preserved against her wishes (she had requested that they be destroyed but was overruled by her church), reveal that for the last nearly half-century of her life she felt no presence of God whatsoever — or, as the book’s compiler and editor, the Rev. Brian Kolodiejchuk, writes, “neither in her heart or in the eucharist.That absence seems to have started at almost precisely the time she began tending the poor and dying in Calcutta, and — except for a five-week break in 1959 — never abated. Although perpetually cheery in public, the Teresa of the letters lived in a state of deep and abiding spiritual pain.” (from Time)
When I read this for the first time I could not avoid to think that something must have been missing from her life. She was a great woman, who served to the best of her strengths the poors of the earth. So why did she go through this ordeal for so long?
I understand to have moments in our lives when God seems far away, but if this situation lasts for more than half a century then I think that something must be missing. It is not supposed to be like this. To follow Jesus Christ and do His will should bring us closer to him.
I have always admired Mother Teresa but someway I am not too surprised of discovering what she was going through.
I am a convert to the Mormon Church (coming from the Catholic Church) and I can say honestly that I used to feel those feelings of “deep and abiding spiritual pain” before becoming a member of the Church of Jesus Christ of Latter-day Saints.
This doesn’t mean that I never felt those feelings again, but not so intense and never for long periods. Moreover, the worst part was that before my conversion I didn’t know how to overcome them, but now when I feel distant from God I know what to do to get closer to Him again. At times people has told me that the Mormon Church was just right for me but that other people can have the same good experiences in many other groups or religions. Probably it is true, at least in part, but what happened to Mother Teresa makes me wonder…
Oct
12
La notte oscura di Madre Teresa e il Vangelo Restaurato
October 12, 2007 | 1 Comment
Ho letto con un certo interesse i commenti fatti a proposito del nuovo libro che tratta delle lettere scritte da Madre Teresa
ai suoi superiori.
Le lettere rivelano una “crisi mistica”. Alcuni si chiedono: ha ancora senso parlare di santità quando per 50 anni ha vissuto una fede tormentata?
Nel blog di Andrea Tornielli leggo che giá nel 2002 era uscito un saggio di Saverio Gaeta intitolato
“Il segreto di Madre Teresa†(Piemme).
In questo saggio si parlava già del fatto che la “notte oscura†aveva attraversato praticamente tutta la vita della futura beata e non si era trattato soltanto di qualche momento di passeggero sconforto. Questa “notte oscura†è stata presentata da qualcuno come un fenomeno che minerebbe la stessa figura della beata (e forse presto santa) Madre Teresa, mentre si tratta di un’esperienza che hanno vissuto grandi santi e grandi mistici.
Personalmente, non penso che questa “notta oscura” mini la figura di Madre Teresa. Infatti, il fatto che abbia continuato a servire il prossimo per molti anni malgrado questa situazione mostra una forza e un coraggio straordinari.
Io mi chiedo peró, come é possibile che una persona come Madre Teresa abbia accettato tale situazione per cosà tanto tempo. Una religione vissuta intensamente e con tanta abnegazione come quella di Madre Teresa dovrebbe portare frutti di pace e felicitá e non di deserto spirituale, per lo meno non per 50 anni.
Io so che molti mi criticheranno, ma devo dire che forse c’ é qualcosa che manca nella fede che lei ha sposato. Io nasci nella Chiesa cattolica ma all’ etá di 20 anni dopo aver vagato nella notte oscura per vari anni decisi che era ora di trovare qualcosa di meglio. Cominciai a cercare in varie fedi e filosofie qualcosa che mi aiutasse. A 20 finalmente incontrai i misisonari della chiesa mormone e mi battezzai nella Chiesa di Gesú Cristo dei Santi degli Ultimi Giorni (Chiesa Mormone) dopo alcuni mesi. Dopo essermi battezzato la mia notte oscura terminó.
La mia religione mi porta felicitá e non notte tenebrosa. Quando la notte tenebrosa si avvicina é perché io mi allontano dal mio Signore, ma la mia nuova religione mi ha insegnato come ritornare a Lui e godere delle benedizioni dello Spirito. Importante: la mia esperienza é una esperienza comune a miglioni di membri della Chiesa di Gesú Cristo. Non sono io che sono speciale, ma é la relgione che ho deciso di seguire che é speciale.
Oct
12
Igreja Mórmon: Un Novo Apóstolo e membro da Primeira Presidência
October 12, 2007 | Leave a Comment
Nos dias 6 e 7 de outubro de 2007) a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (Igreja Mórmon) realizou a 177a Conferência Geral Semianual em Salt Lake City, Utah.
Durante a conferência Henry B. Eyring foi aprensentado e apoiado como segundo conselheiro na Primera Presidência da Igreja Mórmon, que é guiada pelo Presidente Gordon B. Hinckley, de 97 anos. O primeiro conselheiro é o Presidente Thomas S. Monson, que já serviu como apostolo por 44 anos.
Durante a conferência, o Elder Quentin L. Cook foi também apoiado como novo membro do Quorum dos Doze Apostolos Dodici Apostoli de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.
Oct
8
Un nuovo apostolo
October 8, 2007 | Leave a Comment
Nell’ ultimo fine settimana (6 e 7 ottobre 2007) la Chiesa di Gesù Cristo dei Santi degli Ultimi Giorni (Chiesa Mormone) ha tenuto la sua 177a semi-annuale Conferenza Generale in Salt Lake City, Utah.
Durante la conferenza Henry B. Eyring é stato presentato e sostenuto dalla congregazione come secondo consigliere nella Prima Presidenza, che é guidata dal Presidente Gordon B. Hinckley, di 97 anni. Il primo consigliere é il Presidente Thomas S. Monson, che ha servito come un apostolo per 44 anni.
Durante la conferenza, Anziano Quentin L. Cook é stato sostenuto come membro del Quorum dei Dodici Apostoli della Chiesa di Gesù Cristo dei Santi degli Ultimi Giorni.
